
Quando pensamos em menopausa, é comum lembrarmos dos fogachos, alterações do sono, mudanças de humor e secura vaginal. Mas essa fase também merece atenção quando o assunto é saúde cardiovascular.
Com a redução dos níveis de estrogênio durante a transição menopausal, podem ocorrer mudanças na composição corporal e no metabolismo, como aumento da gordura abdominal, alterações nos níveis de colesterol e maior tendência ao aumento da pressão arterial.
Isso não significa que a menopausa, sozinha, cause doenças cardiovasculares. Porém, ela pode coincidir com uma fase em que alguns fatores de risco começam a se acumular.
Por isso, acompanhar a pressão arterial, colesterol, glicemia, peso e circunferência abdominal pode ser importante para identificar alterações precocemente.
Os hábitos de vida também fazem diferença. Praticar atividade física regularmente, priorizar uma alimentação equilibrada, manter um peso saudável, não fumar e moderar o consumo de álcool são medidas importantes para proteger o coração ao longo dos anos.
E a reposição hormonal? A terapia hormonal da menopausa não deve ser utilizada especificamente para prevenir doenças cardiovasculares. Sua indicação depende dos sintomas, idade, histórico de saúde e avaliação individual dos riscos e benefícios.
A menopausa pode ser uma oportunidade para olhar para a saúde de forma mais ampla.
Cuidar do coração nessa fase significa não apenas tratar sintomas, mas também acompanhar os fatores que influenciam a saúde nos próximos anos.
Imagem: Chat GPT (uso de imagens para fins ilustrativos, não visa lucros).